28 julho, 2019

Um dos livros da minha vida

Enquanto os outros se divertem, neste sábado à noite, eu procuro na estante um dos livros da minha eleição, com dedicatória da minha mãe, e cujo filme adorei.


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Baseado em factos verídicos, passo a transcrever o texto de contracapa:


"Resolvi-me a fazer tudo o que pudesse para transformar Ol Ari Nyiro num exemplo sem paralelo do modo como esse ideal podia ser levado a cabo. A fazenda e os seus animais, selvagens e domésticos, e as suas plantas, cultivadas e indígenas, e as suas pessoas que, vivendo numa África em mudança, ainda se lembravam - mal - dos seus saberes tradicionais, seriam instituídos  num monumento vivo à memória dos homens que eu tinha amado".


Esta é a história de Kuki Gallmann, uma cidadã do mundo que, nascida nas proximidades de Veneza, se apaixonou por África, indo viver para o Quénia em 1972. Instalada no rancho de Ol Ari Nyiro, em Laikipia, tentou aí construir um lar harmonioso para si, para Paolo, o companheiro, e Emanuele, o filho. Tragicamente, os dois morrem um depois do outro, deixando-a entregue a uma dor e a uma perda que irá aprender a suportar e, depois, a ultilizar em benefício próprio. 


"África dos Meus Sonhos" constitui uma lição de vida num cenário paradisíaco, de amor pela Humanidade e pela Natureza: contém uma mensagem de esperança e de empenhamento num mundo em risco de extinção. Um exemplo único, enfim, de uma mulher de coragem, que ainda hoje vive no mesmo local com a filha, Sveva, e oito cães. 


Uma história ímpar transposta para o cinema - em 2000 - , com Kim Basinger no papel de Kuki Gallmann.


 


Este tema tornou-se, para mim, em Outubro de 2011 e após ter visto apenas o filme, num desafio para a Fábrica de Histórias, blog encerrado em Junho  de 2012, para tristeza de muitos dos 'seus operários'.


A história criada por mim aqui ficou:


https://omeusotaoecorderosa.blogs.sapo.pt/44502.html


É, de momento, o meu livro de cabeceira.

2 comentários:

  1. ohhh que nostalgia me deu hoje e encontro-te aqui assim... saudades da nossa Fábrica, das nossas cumplicidades embebidas em palavras... é difícil voltar amiga querida, mas ainda que pareça que está tudo diferente, a verdade é que está tudo igual... beijos e saudades
    Closet

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    1. Obrigada, minha querida... fazes tanta falta por aqui. A nossa fábrica nunca poderá ser substituída. Tenho tanta pena...
      Eu vou e venho e volto a ir e vir... não consigo sair da blogosfera, porque foi aqui que tudo começou. Ficava sempre e para sempre...
      Um beijinho enorme com muita saudade, Closet, da Ametista

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