15 maio, 2017

Amar pelos dois - outra versão

Simplesmente maravilhosa esta versão de Amar pelos dois. És enorme, Salvador!


 


14 maio, 2017

13 de Maio a amar em três sentidos

z21789055IH,Salvador-Sobral.jpgComeço pelo final do dia 13 de Maio. Não vou dizer nada de novo, porque já foi tudo dito.


 


A conquista gigantesca de um miúdo genuíno, que canta de uma forma inigualável. Salvador Sobral é único, tanto na interpretação como na forma de estar. A sua sensibilidade e humildade são simplesmente fantásticas e ouvi-lo cantar é imensamente belo e comovente. Amar pelos dois é adorável, com uma letra que nos fala de amor, e que nos transmite uma mensagem profunda. Uma vitória mais que merecida neste Festival da Eurovisão, há muito ansiada, e extremamente emocionante para finalizar aquele que foi o 13 de Maio.


18447105_10158665713910716_7560807590711874812_n.jO grande jogo que deu o título ao Benfica de tetracampeão, que me fez gritar e saltar a cada golo marcado. Festa gigantesca para início de noite. De louvar o silêncio que se fez no Marquês para ouvir e apoiar o Salvador em Kiev. Foi bonito.


papa-francisco-850x565.jpgO nosso papa Francisco que moveu milhares de pessoas a Fátima, canonizou os pastorinhos Jacinta e Francisco deixando os peregrinos de alma cheia. Do tão diferente que é na sua grande humanidade, consegue chegar ao coração até dos mais descrentes.


 


Um dia repleto de emoções. Muito bom. Fica na história.

12 maio, 2017

Confissão

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(Imagem retirada de: google imagens)


 


Não sei se te amei, confesso. Mas estou certa de que me perdi no dia em que te reencontrei. Lembro-me de sufocar na angústia de não te esquecer, de vaguear errante por sonos despertos, de ver morrer a lua e assistir ao desmaio de cada pôr de sol.
Não quero que me mates a saudade, se não é saudade o que te sinto. Não venhas ao meu encontro, peço-te. Respirar-te é falecer com um sentido de vida por deixar.
Não te amei, não. Afinal, o que é o amor se não traz palavras doces e olhares ternos, se não tem sorrisos e abraços? E tu, tu que nem sabes quem eu sou, faltas-me tão pouco ou, apenas, nada.
Apague-se o teu nome, derradeira aspiração da minha alma, em todas as conjugações do verbo amar.