Simplesmente maravilhosa esta versão de Amar pelos dois. És enorme, Salvador!
Simplesmente maravilhosa esta versão de Amar pelos dois. És enorme, Salvador!
Começo pelo final do dia 13 de Maio. Não vou dizer nada de novo, porque já foi tudo dito.
A conquista gigantesca de um miúdo genuíno, que canta de uma forma inigualável. Salvador Sobral é único, tanto na interpretação como na forma de estar. A sua sensibilidade e humildade são simplesmente fantásticas e ouvi-lo cantar é imensamente belo e comovente. Amar pelos dois é adorável, com uma letra que nos fala de amor, e que nos transmite uma mensagem profunda. Uma vitória mais que merecida neste Festival da Eurovisão, há muito ansiada, e extremamente emocionante para finalizar aquele que foi o 13 de Maio.
O grande jogo que deu o título ao Benfica de tetracampeão, que me fez gritar e saltar a cada golo marcado. Festa gigantesca para início de noite. De louvar o silêncio que se fez no Marquês para ouvir e apoiar o Salvador em Kiev. Foi bonito.
O nosso papa Francisco que moveu milhares de pessoas a Fátima, canonizou os pastorinhos Jacinta e Francisco deixando os peregrinos de alma cheia. Do tão diferente que é na sua grande humanidade, consegue chegar ao coração até dos mais descrentes.
Um dia repleto de emoções. Muito bom. Fica na história.
(Imagem retirada de: google imagens)
Não sei se te amei, confesso. Mas estou certa de que me perdi no dia em que te reencontrei. Lembro-me de sufocar na angústia de não te esquecer, de vaguear errante por sonos despertos, de ver morrer a lua e assistir ao desmaio de cada pôr de sol.
Não quero que me mates a saudade, se não é saudade o que te sinto. Não venhas ao meu encontro, peço-te. Respirar-te é falecer com um sentido de vida por deixar.
Não te amei, não. Afinal, o que é o amor se não traz palavras doces e olhares ternos, se não tem sorrisos e abraços? E tu, tu que nem sabes quem eu sou, faltas-me tão pouco ou, apenas, nada.
Apague-se o teu nome, derradeira aspiração da minha alma, em todas as conjugações do verbo amar.