Disseste que o Ribatejo libertava os teus sentidos mais profundos, quem sabe proibidos, e que aqui eras feliz.
Em Lisboa passa o Almonda que te corre na alma e tu, na tua irreverência, deixas para trás o teu Tejo e voltas com um sorriso, aquele que fizeste despertar nas gentes da minha terra. Tanto de ti ficou guardado em cada lugar que passaste, pedaços teus são tão nossos também.
A distância não separa corações ao alto, a ausência não dissipa amizades construídas de momentos partilhados e agora, sempre que vens, trazes contigo o teu Tejo e levas pedaços de Almonda no teu regresso.
Eu digo que escreves bem e que me tentaste enganar.
ResponderEliminarE se essa era a intenção, foi bem conseguida.
Tal como o leito de um rio, os amigos (e os outros) levam um pouco de nós em cada partida. Mas é no reencontro que a alegria transborda, como se fosse maré cheia.
Que os vossos rios se cruzem e as águas sejam partilhadas muitas vezes.
Beijos
Oooh Flor, obrigada...
EliminarE tu? Escreves tão bem
Beijinhos
Palavras muito bem escritas, como sempre. Adorei. Bjs
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