Às vezes, de noite, subo ao telhado do sótão, sento-me a ver as luzes da cidade e o frenesim do fim dos dias e penso que gostava de ficar ali para sempre. L.T., a Ametista
Há silêncios necessários mas que esmagam devagar. Para apaziguarem a minh' alma...? As árvores do jardim e o curso vagaroso das águas do rio da minha cidade.
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