24 janeiro, 2017

Já não há palavras para tantas perdas

Quando um grande artista desaparece, nos deixa e parte sem aviso, eu fico assim... destroçada. Revejo o seu trabalho e a parte do qual me tocou mais fundo na alma. Mesmo sabendo que há músicas intemporais, existem aquelas que são menos comerciais mas tão ou mais soberbas. Por revolta à crueldade do destino e sua ironia, faço uma introspecção e chego à conclusão de que, para além da passagem que é esta vida, está um salto para o desconhecido que nos é imposto e/ou 'proposto' (sabemos lá nós).
Este senhor era grande, tal como todos os outros gigantes que nos deixaram..
E eis a nostalgia do momento... Unplugged 


 



 


28 de Dezembro de 2016

Sem comentários:

Enviar um comentário

(deixa uma palavra para eu arrecadar no sótão)