Laura recebia mensagens com regularidade. As expressões de Duarte eram doces como os chocolatinhos da milka que Laura chegava a comer de madrugada enquanto, à distância, trocavam palavras de puro afecto. A ternura que ele deixava transparecer transmitia-lhe uma espécie de serenidade absoluta.
Passou o tempo e semanas depois, numa noite fria, Duarte apareceu com as palavras desenhadas no olhar. Irrompeu o enlace dos sentidos num silêncio de gestos declarados. Embalaram num abraço apetecido e respiraram-se ao sabor de uma carícia. Elevaram-se na essência de uma dança suave.
Ele? Deixou a fragrância da sua presença.
Ela? Guardou a quimera do que juntos não puderam construir.
Desculpa - disse Duarte na sua última mensagem.
Desculpo, mas não esqueço - pensou Laura.
fantastico, estou deliciado com o texto, beijos.. porque hoje estou melancolico
ResponderEliminarObrigada, meu querido amigo...
ResponderEliminarTens estado sempre presente desde que te dei a conhecer o meu blog. Isso tem sido deveras importante. Sabes que amigos existem poucos e tu tens sido um daqueles... grande... porque tens tido sempre uma palavra para me dedicar... seja aqui ou 'em outro lugar'...
Desde que te conheço que sempre gostei de ti... e da tua querida mãe, tu sabes...
A tua amizade presente devo guardar com carinho e a força que me dás, agradecê-la...
Um beijo muito grande
E eu fiquei desarmada ao ler este post... simplesmente fabuloso e inspirador!!!
ResponderEliminarMinha querida Ónix,
ResponderEliminarSempre presente com os teus elogios... eu é que fico desarmada com tanto carinho...
Beijokinha